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Enviado por Geral em 9/5/2006 13:03:25 (212 leituras)
CRAV

O Clube de Rugby de Arcos de Valdevez, não conseguiu o acesso à Divisão de Honra ao perder a final do Campeonato Nacional da 1ª Divisão frente ao Cascais, por 22-14.

O jogo teve, até ao final um desfecho imprevisível, com o Cascais a sentenciar a partida já nos descontos do Jogo.

Um ensaio consentido nos primeiros minutos de jogo e uma penalidade ao fechar a primeira parte, deram aos “da linha” uma preciosa vantagem que teriam que gerir na segunda parte 10-0 era o resultado ao intervalo.

Os minhotos vieram decididos a dar a volta ao resultado e conseguiram reduzir para 10-7 (ensaio e conversão de Francisco Pinto), relançando a partida. Mas o Cascais voltou a marcar e colocou o resultado em 15-7. O CRAV pressionava, enquanto que o experiente médio de abertura do Cascais, utilizava o seu excelente jogo ao pé para colocar a Oval bem longe do poderoso “pack” avançado Arcuense.

A cerca de 15 minutos do fim do encontro os Arcuenses voltam a marcar ensaio (por entremédio de Vitor Brito) e colocam o jogo na diferença na margem mínima: 15-14.

O desfecho era imprevisível. A cerca de 5 minutos do final os Minhotos dispuseram de uma penalidade perto do meio campo e decidiram chutar aos postes. O pontapé era de difícil execução devido à distância, mas Francisco Pinto estava com a pontaria afinada e se a bola passa-se por cima dos postes a CRAV passaria para a frente do marcador. A bola foi bem colocada e, a quem assistia desde a bancada, deu a sensação que entrava, mas a realidade é que passou ligeiramente ao lado.

Já nos descontos o cascais marcou mais um ensaio e sentenciou a partida: 22-14.

Assistiu-se a um grande jogo de Rugby no Estádio Nacional, no qual o resultado foi imprevisível até ao fim. O CRAV falhou o regresso à divisão de Honra, mas os seus jogadores, dirigentes e simpatizantes podem estar orgulhos pelos resultados alcançados, frente a equipas com melhores condições do que os minhotos.


Enviado por Geral em 8/5/2006 15:45:28 (194 leituras)
CRAV

O Clube de Rugby de Arcos de Valdevez (CRAV) venceu o terceiro Torneio Nacional de Sevens feminino, que decorreu este sábado, em Coimbra. Desde o início da época, todas as provas do rugby feminino tiveram o mesmo vencedor, a Agrária de Coimbra, mas sábado, em sua casa, o vencedor foi outro: o CRAV.

Neste torneio, a equipa feminina do CRAV ficou integrada na série C, juntamente com a equipa do Benfica, CDUP e Agronomia B.
O primeiro jogo foi contra Agronomia B e, mais uma vez, no seu encontro inicial, a equipa do CRAV entrou mal, demorando a impor-se às contrárias. Apesar de dominar, não conseguia impor objectividade nas suas movimentações ofensivas, deixando que ocorressem demasiadas situações de contacto, o que favorecia o tipo de jogo das adversárias. Mas, mesmo assim, o CRAV conseguiu um resultado de 26-00, que poderia ter sido mais dilatado, se a concentração fosse maior.
O segundo jogo opôs, mais uma vez, CRAV e Benfica. Foi um jogo equilibrado, e, apesar de o CRAV ter pressionado mais e ter mais tempo de bola, não conseguiu concretizar. O Benfica, com um pontapé para as costas da defesa do CRAV, após uma indecisão por parte das atletas arcuenses na recuperação da bola, conseguiu marcar e chegar ao intervalo a vencer por 00-07.

Na segunda parte, o CRAV não conseguiu estabilizar o seu jogo e entrou num tipo de jogo muito “mastigado”, tentando marcar mediante iniciativas individuais, que o Benfica foi anulando. Foi numa dessas iniciativas individuais e, aproveitando um erro defensivo do Benfica, que o CRAV conseguiu empatar o jogo a 7-7, resultado que se manteria até ao final.
Com este resultado, o CRAV e o Benfica passavam às meias-finais como primeiro e segundo melhor das séries, respectivamente.

A surpresa do torneio foi a eliminação da vencedora dos dois torneios anteriores, a Agrária, batida pelo Técnico.
As meias-finais foram as seguintes: Técnico - CRAV e Agronomia -Benfica. Frente ao Técnico, o CRAV entrou muito bem e dominou sempre, apresentando aquele que foi o seu melhor jogo no torneio, com muito apoio, circulação de bola e aproveitamento dos espaços que apareciam como fruto dessas movimentações. O resultado foi de 26-07. Na outra meia-final, o Agronomia bateu o Benfica. A final seria assim entre o CRAV e o Agronomia. As finais são sempre dramáticas, mais ainda esta porque quem vencesse o faria pela primeira vez, esta época. O CRAV foi sempre superior, tendo-se o jogo desenrolado, salvo duas ocasiões, sempre no meio campo do Agronomia. O CRAV teve mais bola, mais tempo dentro da linha de 22 do Agronomia, coisa que o adversário nunca conseguiu fazer. Assim, o resultado de 05-00, a favor do CRAV, não representa a superioridade que aconteceu no campo, pecando sim por escasso, mas também mostra o trabalho defensivo realizado pelo Agronomia, e, mais ainda, denota os níveis de ansiedade das arcuenses, que cometeram erros crassos, perto de marcar.

Para além de vencer o torneio, a equipa feminina CRAV venceu, mais uma vez, também o Prémio Fair-play, distinção que premeia a atitude e o comportamento do colectivo durante a competição, dentro e fora de campo. As jogadoras que representaram o CRAV em Coimbra foram Anna Beck, Catarina Pinto, Cátia Carvalheira, Cláudia Branco, Diana Matos, Gui Torres, Isabel Mendonça, Tânia Sousa, Barbara Viana, Catarina Barbosa, Maria Gomes e Rita Alves. Domingo, as atletas do CRAV Bárbara Viana, Cátia Carvalheira, Catarina Barbosa e Tânia Pereira participaram, em Coimbra, num estágio da Selecção Nacional feminina de Sevens, que prepara a participação no Campeonato da Europa da modalidade.


Enviado por Geral em 5/5/2006 15:15:44 (196 leituras)
CRAV


A equipa feminina do CRAV foi a madrinha de uma nova equipa feminina de rugby. Respondendo a um convite dos Mareantes de Pontevedra, o CRAV deslocou-se, no dia 30 de Maio, àquela cidade espanhola, para participar num torneio para apresentação da sua equipa feminina. Para além do CRAV e da equipa anfitriã, compareceu também a equipa do ARVO, de Ourense.

A equipa vencedora foi eleita, não pelos resultados, mas pelo jogo desenvolvido nos confrontos. O júri era constituído por elementos veteranos dos Mareantes que, assistindo ao torneio, votariam na equipa que, na sua opinião, apresentasse o melhor tipo de jogo, mais interessante e completo, em todos os sectores. Unanimemente, o CRAV foi vencedor.
No fim do torneio houve um almoço convívio entre os participantes.





Enviado por Geral em 5/5/2006 15:14:40 (188 leituras)
CRAV

A equipa A do Clube de Rugby de Arcos de Valdevez (CRAV) conquistou o segundo lugar do segundo torneio do Circuito Nacional de Sevens feminino que decorreu este sábado, na Lousã.

A presença no segundo torneio foi positiva para as duas equipas que o CRAV, novamente, apresentou. A equipa 'B', apesar de não ter ganho nenhum jogo, conseguiu um melhor desempenho, com as atletas a arriscarem mais, conseguindo equilibrar a sua prestação, com uma atitude mais ofensiva e não só defensiva, como tinha acontecido no torneio anterior. Para o treinador Américo Gomes, a equipa 'A' conseguiu realizar uma “prestação razoável”, mas “pode fazer melhor, tanto ao nível de resultados, como ao nível de jogo desenvolvido”.

A primeira parte do torneio foi realizada na forma de série, com as equipas a jogarem todas contra todas. A série do CRAV A foi constituída por CRAV, Benfica, CDUP e Lousã. No primeiro jogo, o CRAV enfrentou a Lousã vencendo por 36-0. Este, que parecia vir a ser um jogo fácil para o CRAV, foi dificultado pela boa atitude defensiva da equipa da Lousã. O CRAV demorou a marcar pontos, conseguindo marcar o primeiro ensaio já depois da metade da primeira parte. Na segunda metade do jogo, o CRAV conseguiu estabilizar e dilatar o resultado.

Na sua segunda partida, o CRAV enfrentou o CDUP que não conseguiu contrariar a melhor organização e capacidade técnica do CRAV e, o que poderia ser um jogo complicado, tornou-se um jogo mais fácil. Foi uma vitória sem contestação, por 38-00. O terceiro jogo foi com o Benfica, e decidiria a classificação da série. O CRAV dominou e poderia ter obtido um resultado mais dilatado do que o que se registou (17-00).

A final seria assim disputada entre o CRAV e a Agrária, numa partida que criava bastantes expectativas, em virtude de, no primeiro torneio, as duas equipas terem empatado (5-5). O jogo começou logo com um ensaio da Agrária, motivado por uma falha das atletas do CRAV, que, no entanto, reagiram bem exercendo uma grande pressão durante o resto da primeira parte, na qual a Agrária não conseguiu entrar no campo do CRAV. Apesar disso, o CRAV não conseguiu marcar. Na segunda parte, o CRAV teve mais posse de bola, mas não conseguiu pontuar. A equipa de Coimbra, aproveitando duas falhas graves das jogadoras do CRAV, conseguiu marcar mais dois ensaios, colocando o resultado em 19-00, sendo a Agrária a vencedora do torneio. O terceiro torneio desta competição realiza-se no próximo dia 6 de Maio, em Coimbra.


Enviado por Geral em 26/4/2006 17:35:28 (218 leituras)
CRAV

Mais quatro atletas do Clube de Rugby de Arcos de Valdevez (CRAV) vêem o seu trabalho realizado ao longo da época premiado com a chamada aos trabalhos das respectivas selecções nacionais, na semana em que a equipa sénior decide a subida à Divisão de Honra, o escalão máximo do Rugby Português (a final do campeonato disputa-se no domingo 30 de Abril contra o Dramático de Cascais em Lisboa).

O primeiro a ser notificado foi Nuno Esteves, jovem três quartos ponta de 19 anos da equipa sénior que irá participar nos treinos da Selecção Nacional Sub 20 marcados para os dias 1 e 2 de Maio, na Tapada da Ajuda, em Lisboa. Este estudante de medicina foi uma das revelações da época do CRAV, ao conciliar a velocidade com um talento natural para a prática do Rugby.

Da equipa feminina do CRAV surgem três convocadas para a selecção nacional de seven’s, uma variante do Rugby que se joga apenas com sete jogadoras por equipa. Assim, para além da experiente Bárbara Viana, uma referência do Rugby feminino português há muitos anos nos trabalhos das selecções e por várias vezes capitã da equipa nacional de seven’s e de quinze, Cátia Carvalheira, uma jovem de apenas 17 anos, vê agora reconhecido o seu bom trabalho na equipa feminina do CRAV ao aliar as suas capacidades ofensivas a uma grande solidez defensiva. Por sua vez, Tânia Pereira é uma das grandes promessas do CRAV: há apenas um ano a jogar Rugby, tem mostrado um potencial único, que lhe permitirá certamente uma afirmação ao mais alto nível. Estas jogadoras já participaram no treino da selecção, que decorreu no dia 25 Abril, tendo todas dado boas indicações à equipa técnica.

Com estes quatro atletas, o CRAV eleva assim a seis o número de atletas em trabalhos das selecções nacionais, dada a presença de Rui Pedro Aguiam nos Sub 15 e Vítor Gonçalves nos seniores. Assim, o clube arcuense reata uma tradição o que toma um especial significado na semana das grandes decisões.


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