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Clube de Rugby de Arcos de Valdevez

 

Pequeno Historial do Clube

 

 

1. Os primeiros passos

        

         No ano de 1981, um grupo de jovens carolas resolveu por brincadeira fundar um clube desportivo, na condição de não se praticar nele Futebol ou qualquer outra modalidade cuja implantação estivesse razoavelmente consolidada na região.

         “- Porque não um clube de Rugby?” Terá dito alguém. Na região Norte havia apenas dois clubes sediados no Porto, e estava de passagem em Arcos de Valdevez um funcionário do Tribunal, António Paiva Costa, que tinha sido praticante pelo S.L. Benfica. Assim, da brincadeira tinha nascido 9 de Julho de 1981 o CRAV, Clube de Rugby de Arcos de Valdevez, que é actualmente o mais forte representante da região Norte no Rugby nacional, tendo também um papel importantíssimo junto da comunidade pelo fomento e participação na vida social e desportiva.

         No ano do nascimento, as condições eram poucas e as dificuldades muitas, pela ausência de um espaço para treinos, visto o Clube Atlético de Valdevez, na altura proprietário do Campo da Coutada, se recusar a emprestá-lo. Deste modo, só em Vila Nova de Muia, a 8 quilómetros de Arcos de Valdevez foi conseguido um campo (pelado) onde se disputaram os primeiros jogos particulares e oficiais do clube. Nesse primeiro ano a qualidade de jogo não era de facto muito evidente, mas através de uma «rodagem» com equipas portuguesas e estrangeiras realizadas também no Porto, o clube conseguiu fixar-se e almejar a sobrevivência, contrariando aqueles que lhe prognosticavam uma certa efemeridade.

 

2. As primeiras vitórias

 

         Em 1982/83, no segundo ano da vida do Clube, o CRAV inscreve-se no  Campeonato Nacional da 3ª Divisão. Em 14 jogos disputados apenas perdeu um, o qure lhe valeu o título de Campeão Nacionla. Nesse mesmo ano tinha sido conseguida a cedência do Campo da Coutada  para jogos e treinos, graças à amabilidade do Presidente do Atlético de Valdevez na época, o Sr. Joaquim Pinto, que emprestou o campo contra a vontade de toda a direcção do CAV.

         Nos anos seguintes tratava-se da sobrevivência do clube: era imperioso que começassem a  construir camadas jovens para que o futuro não consistisse numa vaga indefinição e para que os atletas vissem com bons olhos a melhoria da qualidade do jogo, que urgia aperfeiçoar. Assim, na época de 1983/84 surgia a primeira equipa júnior do CRAV. Constituída por jovens dos mais diferentes cantos da vila, a equipa realizou um campeonato em que as pesadas derrotas contra equipas com mais tradição e mais competitivas eram frequentes, cujos resultados variavam entre diferenças de 40 a 80 pontos.

         Contudo, os tempos iam mudando. Com mais jogos e melhor conhecimento do jogo, estes jogadores tinham uma melhor capacidade técnica e física que os anteriores, e, com o passar do tempo, as diferenças pontuais iam descendo. Nesse mesmo ano, começaram já a fazer os seus primeiros jogos os infantis e benjamins que mais tarde viriam a ser o garante de uma maior competitividade da equipa júnior.

 

3. Os anos das inaugurações

 

         A 1 de Maio de 1986, era inaugurado o Campo Relvado da Coutada, espaço criado e cedido para a prática exclusiva do Rugby. Um passo fundamental tinha sido dado pelo CRAV: o seu trabalho tinha sido reconhecido pelo poder local, tendo-lhe sido atribuído um estatuto prioritário em termos de instalações desportivas, constituindo caso único e exemplo para o Rugby nacional, pela prioridade e exclusividade que detinha face ao Futebol. Assim, estava garantido um aspecto crucial para o desenvolvimento do Clube e da modalidade em Arcos de Valdevez: com um campo relvado a evolução técnica dos jogadores tornar-se-ia muito mais rápida e caminhar-se-ia rapidamente para um nível competitivo mais elevado. Na inauguração desse campo, foi recebida a equipa francesa do Pessac, com aqual seriam desnvolvidos mais tarde outros contactos.

         Com a inauguração do campo relvado, uma dinâmica de crescimento até então inusitada veio então impor-se no clube: nasceu uma equipa de iniciados, outra de juvenis, estando assim cinco escalões em competição. Ninguém era capaz de acreditar que, seis anos antes, os jogadores tinham ido à feira comprar umas T-shirts e colaram-lhes um símbolo para jogar. Mas os progressos não ficaram por aí: na época de 1986/87, com apenas seis anos de existência, o CRAV ascende à 1ª divisão. A aposta da Câmara Municipal tinha resultado, bem como a do próprio clube, com a sua auto-dinamização.

         Talvez  não tão importante como o campo relvado, mas até hoje ainda de importância fundamental, foi a inauguração, no ano seguinte da nova Sede Social do clube. Embora anteriormente já tivesse um espaço próprio de reuniões, este era insuficiente, pois tinha um acesso e um horário condicionados. Com a abertura do «Galerias», além de obter mais uma forma de angariar fundos, os atletas, jogadores e dirigentes do clube conseguiram um espaço onde pudessem estar juntos em qualquer dia ou hora.

 

4. A aposta em novos desafios

 

         Em inícios de Janeiro de 1987, o jornal «A Bola» destacava nas suas páginasa assinatura de um protocolo com a Escola Preparatória de Arcos de Valdevez, com vista à leccionação de aulas de Rugby no seu espaço, tendo em vista a captação de jogadores para os escalões etários mais jovens. Graças a esta iniciativa, o CRAV contava no ano seguinte com um número aproximado de 150 atletas. Nesse mesmo ano era organizado pela primeira vez em Arcos um Convívio Nacional de Infantis e Iniciados, onde cerca de trezentos jovens se reuniram para confraternizar e jogar Rugby.

         Em Abril de 1987 a equipa sénior do CRAV fez a sua primeira digressão ao estrangeiro. Foi acolhida em Pessac, na região de Bordéus, retribuindo a visita que os franceses lhe tinham feito. Na mesma digressão, a evolução é constatada da forma mais evidente: tendo perdido por 6-36 em Portugal, o CRAV foi a França ganhar um jogo por 6-20 e perder outro por 22-10, em jogos onde o equilíbrio foi uma dominante.

         Na época seguinte, assegurada a permanência no escalão principal, a mesma equipa desloca-se à Irlanda do Norte. Tendo em emnte o objectivo de reforçar a competitividade da equipa e continuar a evolução dos jogadores, a equipa senior do CRAV apostava nos contactos internacionais para atingir os seus objectivos. No entanto, perante o exemplo recebido nesse país, ficou na consciência de todos que longo era ainda o caminho a percorrer, e que muita coisa tinha de ser feita para continuar a evoluir no bom sentido.

         Na época de 1989/90, já na sua terceira época na 1ª Divisão, outra iniciativa é desenvolvida em Arcos de Valdevez. É organizada a primeira edição de “Arcos Seven’s”, Torneio Internacional de Rugby de Sete. Esta competição, que até hoje se mantém, realiza-se na variante de sete, em que os jogos são de sete minutos em cada parte. Sendo uma variedade com características muito próprias, este torneio seguia os passos dos de Coimbra e Lisboa, embora com uma fisionomia diferente. Com efeito, a presença maciça de equipas espanholas, principalmente galegas, confere uma faceta mais ibérica a este torneio. É também de referir, que, incluindo o “Arcos Seven’s”, apenas se disputam cinco torneios de Rugby de sete em Portugal. No entanto, as iniciativas não se ficam por aí. Nesta mesma época é organizada em Arcos de Valdevez a realização de um jogo da selecção nacional contra a equipa da R.F. Alemã, a contar para o Campeonato da Europa (Grupo B), iniciativa depois secundada por outras capitais rugbísticas da província. Ainda durante esta época, e motivados pela primeira vitória num torneio no estrangeiro (San Sebastian - Pontevedra), é organizada uma segunda digressão à Irlanda do Norte. Depois da gratificante experiência desportiva lá vivida, o CRAV resolve lá voltar, disputando jogos com equipas de maior calibre, recebendo mais uma vez elogios pela evolução em termos de jogo que tinha demonstrado.

         Segue-se a época de 1990/91. Ressentindo-se talvez da multiplicidade de iniciativas desenvolvidas durante a época anterior, o CRAV desce de divisão. Contudo, nem tudo é mau: a equipa júnior, cujos jogadores constituem agora a grande base da equipa sénior, consegue pela primeira vez chegar à Fase Final do Campeonato Nacional. Obtém um sexto lugar e deixa excelentes indicações quanto à qualidade da equipa sénior no futuro, pois desse lote saíram quatro internacionais sub-22, e dois seniores A.

          Em 1991/92, sobe com grande facilidade à 1ª obtendo uma diferença de 658 pontos marcados contra 77 sofridos. Nessa mesma época, renova o sexto lugar no Campeonato Nacional de Juniores.

É por essa altura que começa a dar os primeiros passos a equipa feminina do CRAV, constituindo por si só um exemplo. Foi de facto notável como um grupo de raparigas se preocupou em fazer jogos de Rugby num país em que quase nenhuma existe. Como consequência disso, esta equipa viu-se obrigada durante duas épocas a disputar o Campeonato Galego da modalidade, com desempenhos assinaláveis. 

         Infelizmente, e voltando à parte sénior, a confirmação e consagração do CRAV viu-se mais uma vez adiada. Na época de 1992/93, mercê de uma alteração da fórmula de disputa dos campeonatos nacionais, a 1ª Divisão iria  passar a ter oito clubes em vez dos doze habituais. Perante tão drástica redução, o oitavo lugar conquistado não foi suficiente, pois num torneio em forma de «liguilha» disputado numa mão entre três equipas, viria a descer de divisão. Foi a partir deste momento que surgiram em Portugal as primeiras regulamentações sobre jogadores estrangeiros a jogar em Portugal..

         No entanto, apesar de nesse momento o clube atravessar uma fase de maior indefinição no que respeita à sua equipa sénior (facto ao que não era estranho uma profunda remodelação da equipa, visto que os seus atletas mais velhos estavam gradualmente a deixar de jogar), o clube continuava a lançar-se noutras áreas. Em 1991 é feita  a primeira campanha para a aquisição de uma carrinha de nove lugares. Imediatamente seria comprada a primeira, uma segunda depois (1992), e finalmente uma terceira (1995). Em Fevereiro de 1992, ano dos Jogos Olímpicos em Barcelona, o CRAV foi convidado para um torneio comemorativo na cidade catalã que venceu com alguma facilidade.

 

5. Ao serviço da comunidade

 

         Na época seguinte (1992/93), seria dado outro grande passo da vida do clube: foi começada a primeira animação rugbística maciça junto das escolas primárias de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca. Através de dois monitores, o CRAV propunha-se preencher o espaço das aulas de Educação Física nas referidas escolas com acções de Rugby dirigidas aos alunos do 3º e 4º ano, solucionando o problema de falta de infra-estruturas desportivas das mesmas escolas com o Campo da Coutada, e completando, com monitores para tal habilitados, aspectos ligados ao desenvolvimento psicomotor da criança. Para o CRAV, as contrapartidas eram evidentes: criar laços de maior aproximação junto da população (visto ser uma região que ainda demonstra ter vários preconceitos face à modalidade), recrutar um maior número de atletas para o clube, e, mesmo que o não consiga em alguns casos, são lançadas as raízes para a consolidação de uma «cultura rugbística», fundamental para o crescimento do clube nos anos futuros. Nesse ano foram movimentados, numa perspectiva de continuidade, aproximadamente 200 crianças entre os 8 e os 12 anos. Ainda nesse ano, e também com o objectivo de testar o trabalho realizado, foi deslocada uma comitiva ao Convívio Nacional de Benjamins e Infantis de Oeiras, com inscrição do CRAV e das escolas em causa. O resultado foi uma deslocação de 80 crianças (não se puderam levar mais porque não havia transporte), onde se inscreveram sete equipas de benjamins e duas de infantis.

         1994/95 - mais uma época na 1ª Divisão. Desta vez com resultados mais satisfatórios. Num dos campeonatos mais competitivos dos últimos anos (em oito equipas desciam automaticamente duas), o CRAV consegue a sua melhor classificação de sempre no Campeonato Nacional. Inicialmente previsto como o grande candidato à descida, ficou em sexto lugar, deixando a trás de si aqueles que tinham sido o segundo e o terceiro classificados no campeonato da época anterior: o Grupo Desportivo de Direito e o Sport Lisboa e Benfica. Nessa época, Gil Gonçalves ganha o prémio Fair-Play atribuído anualmente pela Federação Portuguesa  de Rugby. Os próprios juniores são contemplados nesta onda de bons resultados. Chegaram às meias-finais da Taça de Portugal, facto, o que tinha também acontecido dois anos antes.

         No entanto, os êxitos não ficam por aqui. Na sequência dos resultados da época anterior na variante de sete, o CRAV classifica-se no terceiro lugar no Torneio Nacional de Seven´s (ficara em segundo nos dois anos anteriores), indo pela terceira vez consecutiva à final em Coimbra, embora, ao contrário do que acontecera nas duas anteriores edições, foi derrotado. Em Allariz (Orense), vence o torneio organizado pelos locais.

         Em 1995/96, o Clube arranca em digressão pela terceira vez à Irlanda do Norte. Conhecer uma realidade diferente no tocante a hábitos desportivos e a formas de encarar a modalidade foram os objectivos principais, não esquecendo os puramente desportivos: ganhar ritmo e aprender para iniciar da melhor forma o campeonato que vai começar. No entanto, por força de importantes restruturações e alguma falta de sorte, a equipa voltou a descer de divisão. Pedras fundamentais da equipa resolveram acabar com a seu sempre adiado fim de carreira deixando a equipa algo desfalcada. Se bem que com boas qualidades técnicas e físicas, é ainda uma equipa muito nova (a média de idade ronda os 22 anos), faltando-lhe ainda alguma maturidade competitiva. No entanto, nem tudo é mau, tendo o CRAV chegado aos 1/2 final da Taça de Portugal.

         Em 1996/97, mediante um alargamento do número de clubes, o CRAV garante o regresso à 1ª divisão, através do quarto lugar obtido no Campeonato. Nesse mesmo ano, o clube obtém uma das suas mais prestigiosas vitórias ao vencer a final da Taça Primavera do Lisboa Seven’s, vencendo categoricamente na final o histórico CDUL por 51-0. Neste ano garante ainda a terceira vitória consecutiva no Torneio Internacional «Villa de Allariz», assim como em Arcos Seven’s, organizado pelo nosso clube. Nos juniores, a equipa garante o sétimo lugar no campeonato do escalão.

         Relativamente à época de 1997/98, ficou contudo registada a manutenção na 1ª divisão, mercê do 9º lugar obtido (a apenas um ponto do 6º classificado), assim como a participação na Taça Latina, primeira competição de clubes a nível ibérico por eliminatórias, nas quais o CRAV chegou aos ¼ final.

         Nos anos seguintes, a equipa sénior do CRAV continuou a jogar na 1ª divisão e, a níbvel da formação, será de destacar a criação de núcleo de Rugby na Escola EB 2,3  de Arcos de Valdevez, bem como a colaboração com o Agrupamento de Escolas do 1º Ciclo de Valdevez, onde o CRAV fez parte da Assembleia e inseriu as suas actividades no Plano de Actividades das escolas pertencentes ao Agrupamento, que engloba um total de quase 400 alunos.

 

5. As novas instalações

Os últimos anos foram extremamente difíceis para o CRAV. No final da época de 2002/2003, arrancaram as obras de construção do novo Parque Desportivo Municipal. Uma vez que o novo estádio seria construído no local do Campo de Rugby, o CRAV ficou sem campo para disputar os jogos. Gorados os esforços de competir em Arcos de Valdevez, as épocas de 2003/2004 e 2004/2005 ficaram marcadas pelo facto de os jogos e os treinos da equipa sénior terem sido realizados em Viana do Castelo, no Estádio Municipal Manuela Machado, com terríveis consequências em termos económicos e desportivos. Não só a equipa sénior passou para a 1ª divisão B, em que actualmente compete, como também os escalões de formação foram alvo de uma razia por não terem um espaço condigno para jogar e treinar.

No entanto, apesar de todas as contrariedades, surgiu novamente a equipa feminina do Clube em 2003, que associada com Vilamoura, conseguiu um 4º lugar no Campeonato Nacional. Neste momento, o CRAV apresenta-se nas competições femininas com uma geração de jovens atletas com muito espaço para progredirem.

No tocante às camadas jovens, estão neste momento a dar os primeiros passos as equipas de iniciados e juvenis do Clube. Com base num trabalho iniciado ao mesmo tempo que o feminino, o núcleo de jogadores encontra-se a alargar, participando em várias competições nacionais e regionais.

Conclusão

 

Se bem que sucinto, este pequeno historial não deixa de ser significativo. Com quase 25 anos de existência, o Clube de Rugby de Arcos de Valdevez percorreu muitos caminhos, demonstrando apetência para percorrer muitos mais. Não deixa de ser satisfatório para quem, ao longo destes anos tem visto crescer o clube, pensar no que até ao momento foi conseguido. Um número de aproximadamente 100 praticantes, um património que já conta com três carrinhas, e a perspectiva de vir a conseguir instalações sociais próprias não podem deixar de constituir motivo de orgulho, para quem, isolado numa pequena vila do Alto Minho, conseguiu criar um clube dinâmico, com duas facetas: a recreação dos mais jovens e a competição em seniores. Com efeito, é inegável a nossa importância no panorama nacional, pois constituimos um dos maiores núcleos de Rugby a Norte do rio Mondego, e o único a nível distrital empenhado numa competição de primeiro plano na sua modalidade.

É evidente que temos tido alguns simpatizantes (incluindo a autarquia), sem os quais alguns apoios não teriam sido conseguidos, mas tal esforço não teria sido profícuo se não fosse a vontade férrea de um grupo de jovens, agora homens, que apoiados numa prática eminentemente amadora deram vida a este projecto.

         Os tempos estão mais difíceis, numa sociedade cada vez mais competitiva e que não se compadece com amadorismos. No entanto, urge procurar outros caminhos de sobrevivência, sempre acompanhando a crescente competitividade do Rugby Nacional

 

 

Clube de Rugby de Arcos de Valdevez

 

Campeonatos Nacionais

 

Palmarés

 

 

1981/82 - Não participou (apenas disputou jogos particulares)

1982/83- C. N. 3ª divisão: 1º classificado

1983/84- C. N. 2ª divisão: 3º classificado na zona de classificação Norte

1984/85- C. N. 2ª divisão: 6º classificado na zona de classificação Norte/Centro

1985/86- C. N. 2ª divisão: 4º classificado na zona de classificação Norte/Centro

1986/87- C. N. 2ª divisão: 2º classificado

1987/88- C. N. 1ª divisão: 9º classificado

1988/89- C. N. 1ª divisão: 10º classificado

1989/90- C. N. 1ª divisão: 9º classificado

1990/91- C. N. 1ª divisão: 11º classificado

1991/92- C. N. 2ª divisão: 1º classificado

1992/93- C. N. 1ª divisão: 8º classificado (despromovido no torneio de competência)

1993/94- C. N. 2ª divisão: 2º classificado

1994/95- C. N. 1ª divisão: 6º classificado

1995/96- C. N. 1ª divisão: 8º classificado

1996/97- C. N. 2ª divisão: 4º classificado

1997/98- C. N. 1ª divisão: 9º classificado

1998/99- C. N. 1ª divisão: 9º classificado

1999/00- C. N. 1ª divisão: 10º classificado

2000/01- C. N. 1ª divisão: 10º classificado

2001/02- C. N. 1ª divisão: 9º classificado

2002/03- C. N. 1ª divisão: 7º classificado

2003/04- C. N. 1ª divisão: 8º classificado

2004/05- C.N. 1ª divisão B: 2º classificado

 

 

Torneio Internacional Arcos Seven’s

 

Lista de vencedores

 

 1989- R. C. Vigo                                  final: Vigo / Famalicão

(30 de Setembro)

 

1990- Portuguese Barbarians             final: P. Barbarians- 32 / Agronomia- 0

(29/30 de Setembro)

 

1991- Dramático Cascais                    final: Cascais- 20 / S. L. Benfica- 0

(28/29 de Setembro)

 

1992- Dramático Cascais                     final: Cascais- 48 / Académica- 0

(26/27 de Setembro)

 

1993-1 Dramático Cascais                   final: Cascais- 31 / CRAV- 12

(22 de Maio)

 

1994- Dramático Cascais                    final: Cascais -54 / Bègles (França)- 7

(21/22 de Maio)

 

1995- CRAV                                         final: CRAV -12 /CRAT (La Coruña)-10

(17 de Junho)

 

1996- R. C. Lousã                                final: Lousã 17 / G. D. Direito 0

(18/19 de Maio)

 

1997- CRAV                                         final: CRAV 32 / Belas 5

(22-23 de Junho)

 

2000 - CRAV                                               final: CRAV - 14 / CDUP - 0

(20 de Maio)

 

2001 – CDUP                                            final: CDUP - 12 / Técnico - 0

(19 de Maio)

 

 

Torneios de Seven a Side

 

Palmarés

 

1990- 5º lugar na Taça Arcos Seven’s

       - ½ final na «Taça Laranja» do Lisboa Seven’s

 

1991- Finalista vencido na «Taça Sagres» do Torneio de Coimbra

- ¼ final na Taça Arcos Seven’s

- 5º lugar na «Copa Ciudad Cristal» no I Torneio Internacional da Corunha

- ¼  final na Taça Laranja do V Lisboa Seven’s

- 3º lugar na «Taça Câmara Municipal de Cascais» no Cascais Seven’s em juniores

 

1992- 3º lugar no Encontro de Equipas Portuguesas em Lisboa

- ½  final na Taça Arcos Seven’s

- ½  final na «Taça Primavera» no Lisboa Seven’s

- 3º lugar na «Copa Cristal» em La Coruña

 

1993- Vice-campeão nacional em Arcos de Valdevez

- Vencedor do Seven’s de Coimbra

- Finalista vencido na «Copa Ciudad Cristal» em La Coruña

- Vencedor da «Copa Beefeater» no I Torneio Internacional de Santiago de Compostela

- 3º lugar no Torneio Internacional «Villa de Allariz» (Orense)

 

1994- ¼  final no Arcos Seven’s

- Vencedor do Coimbra Seven’s

- Vice-campeão nacional em Vila Real

- 5º lugar na «Copa Ciudad de Cristal» em La Coruña

- Vencedor do «Trofeo C.R.C.» em Santiago de Compostela

- 6º lugar em Allariz

 

1995- 3º lugar no Campeonato Nacional disputado na Lousã

- Finalista vencido no Coimbra Seven’s

- ½  final na «Copa Ciudad Coruña»

- Vencedor do Arcos Seven’s

- 5º lugar em Santiago de Compostela

- Vencedor do torneio «Villa de Allariz»

 

1996- ½ final no Arcos Seven’s

- Vencedor do torneio «Villa de Allariz»

- ¼ final do Seven’s Ciudad Coruña

 

1997- Vencedor da «Taça Primavera» do Lisboa Seven’s

- Vencedor de Arcos Seven’s

- ¼ final de Coimbra Seven’s

- Vencedor do torneio «Villa de Allariz»

 

1998 - Vencedor do torneio «Villa de Allariz»

         - finalista vencido de Coimbra Seven’s

 

1999 - Vencedor do torneio «Villa de Allariz»

         - Vencedor de Arcos Seven’s

 

2000 - Vencedor de Arcos Seven’s

 

 

Clube de Rugby de Arcos de Valdevez

Jogadores Internacionais

 

1. Ex-jogadores

 

- Júlio Faria:  5 internacionalizações A

 

- Gil Gonçalves: 5 internacionalizações A

 

- Camilo Vaz:  6 internacionalizações A

 

- Nelson Fernandes: 3 internac. sub-22 em Seven’s

 

- Nuno Vaz:    1 internac. sub-22 em Seven’s

2 internac. sub-22

 

- Eric Galvão:  6 internac. juvenis

8 internac. juniores

2 internac. senior A

 

  

 

 

2. Jogadores ainda ao serviço do clube

 

- David Pereira: 3 internac. sub-22 em Seven’s

 

- João Pedro Azevedo: 3 internac. sub-22 em Seven’s

 

- Nuno Neto:  5 internac. juvenis

9 internac. juniores

1 internac. senior A

 

-         Abel Pinto: 1 representação de Portugal ”B” em seniores

1 representação de Portugal “A” em seniores

 

-   Mário Ascensão: 1 representação de Portugal “A” em seniores

- Vítor Gonçalves: 1 representação de Portugal “A” em seniores


 

1 Nesse ano não houve Arcos Seven’s. A organização optou por realizar o I Torneio Nacional de Seven’s em Arcos de Valdevez

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